Um dos discursos mais usados pelos petistas para tentar disfarçar o fracasso que foi, nos cinemas, o filme “Lula, o filho do Brasil” é que o filme teria ido mal apenas nas regiões sul e sudeste, onde os índices de aprovação do governo são menores. Até que aparece uma nota da coluna “Tutti-Qui” do jornal O Liberal, de Belém do Pará, neste domingo:
FILME- FRACO
“A exemplo do que aconteceu em outras praças do país, foi fraca em Belém, em termos de público, a exibição de Lula, O Filho do Brasil. A fita demorou três semanas em cartaz, assim mesmo porque os exibidores reduziram o número de sessões diárias de três para duas desde que sentiram que o público não iria se entusiasmar pela história”.
Quer dizer, o que fica mais do que claro é que, seja em São Paulo, Porto Alegre ou Belém, ninguém quer pagar para ver propaganda eleitoral patrocinada por empreiteiras e empresas, digamos, afins ao governo. Aliás, mostra outra coisa fundamental: o povo não é bobo.
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